quinta-feira, 24 de maio de 2012

Videoteca do Studio Dança

Bom pessoal, essa novidade já está em funcionamento desde o dia 09/05, mas nunca é tarde pra se comentar aqui no blog...
Visando uma maior divulgação e acessibilidade aos vídeos de ballet (em especial, os repertórios), nós do Studio Dança resolvemos montar uma videoteca com acervo bastante variado: desde apresentações da escola até filmes de dança e apresentações profissionais.
Já temos alguns títulos disponíveis para empréstimo... Mas, atenção para as regras:

- O aluno pode ficar 7 dias com o DVD emprestado.
- Caso haja atraso na devolução será cobrada uma multa de R$ 10,00.
- Em caso de perda ou dano, será cobrada uma taxa de R$ 30,00.

Abaixo temos a relação dos DVDs disponíveis:

Viagem Pelo Mundo
Noite de Gala, 2009


Enquanto Houver Música...
Noite de Gala, 2010


O Quebra-Nozes e Entrelinhas
Noite de Gala, 2011


I Mostra Interna de Dança
2010


O Quebra-Nozes
The Royal Ballet, 1985


O Quebra-Nozes
The Kirov Ballet, 1994


O Quebra-Nozes
Petit Ballet, 2009


O Lago dos Cisnes
Ópera de Viena, 1966


O Lago dos Cisnes
The Kirov Ballet, 1990


A Bela Adormecida
The Kirov Ballet, 1989


A Bela Adormecida
The Royal Ballet, 2006


Giselle
Teatro Alla Scala, 1996


Giselle
The Royal Ballet, 2006


Coppélia
The Royal Ballet, 2000


Cinderella
The Bolshoi Ballet, 1985


Cinderella
Ópera de Paris, 2007


Don Quixote
New National Theatre Tokyo, 2009


La Bayadère
The Royal Ballet, 2009


La Fille Mal Gardée
The Royal Ballet, 2005


Paquita
Ópera de Paris, 2003


O Retorno do Pássaro de Fogo
Coletânea, 2002


Ballet for Boys
Didático

É claro que nossa videoteca está apenas no começo, ainda temos muito o que acrescentar, como os filmes de dança e outros repertórios, que muitas vezes as pessoas nem conhecem...
Qualquer sugestão de título, por favor deixem nos comentários!!!

Grande bj!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Vitória - V Troféu da Dança

No último sábado, dia 22/05/2012, aconteceu no Teatro Nossa Sra. Menina, em São Paulo, o V Troféu da Dança.
A Cia de Dança Tamara Lisa conquistou o 3º lugar com a coreografia Casmurro, na categoria Sênior, estilo Livre. Parabéns a todos os integrantes pela belíssima apresentação e pelo prêmio conquistado!




Também tivemos a participação da solista Lidiane Mendes, que interpretou lindamente a Variação da Fada do Açúcar, do repertório "O Quebra-Nozes", sendo muito elogiada por sua apresentação.



Vamos lá pessoal, que a temporada de festivais está só começando...
Para ficar por dentro da agenda da Cia de Dança Tamara Lisa, clique aqui!

Grande beijo a todos!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Marius Petipa e o nascimento do Ballet Clássico - Parte II

Eis-me aqui com a segunda parte da matéria sobre o Ballet Clássico, desta vez mostrando a vocês uma pequena amostra da extensa galeria de trabalhos criados por Petipa. Com certeza ele foi um grande gênio, tanto que seu nome é associado às principais peças de repertório e muitas vezes, as pessoas acabam confundindo e o colocam como se ele fosse o único coreógrafo da época. É verdade sim que ele foi o principal, mas como diz o ditado popular: "Uma andorinha não faz verão sozinha"...

O Lago dos Cisnes
A peça foi composta originalmente entre 1875 e 1876 por Tchaikovsky, e teve sua estreia em 1877 com coreografia de Julius Reisinger. Entretanto, a primeira produção deixou muito a desejar, tanto na coreografia, como na interpretação dos bailarinos e da orquestra, e soma-se a isso a interferência da primeira-bailarina da estreia, que podia fazer o que bem quisesse com a partitura. Conclusão: a peça não foi bem sucedida!
Somente em 1895, dois anos após a morte do compositor, é que Petipa criou a versão que veio a se tornar a base das produções subsequentes. A coreografia foi criada em conjunto com seu assistente Lev Ivanov, e a extensa partitura de Tchaikovsky foi totalmente remanejada por Riccardo Drigo, que na época era o diretor musical do Teatro Mariinsky, onde ocorreu a estreia dessa montagem.
Sobre sua classificação, acredito que "O Lago dos Cisnes" pode também ser considerada uma peça romântica, pois a história contada, a música e a presença do Ato Branco são bem típicos desse período. Porém as características clássicas são muito marcantes, como o uso dos tutus clássicos e as complexas sequências coreográficas.

Coda - 2º Ato
Coreografia: Rudolf Nureyev
Com Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev
Ópera de Viena, 1966

A Bela Adormecida
Foi a segunda peça composta por Tchaikovsky, sendo esse seu maior êxito no campo dos ballets, e teve sua estreia no ano de 1890. A grande parceria entre Petipa e o compositor culminou em uma das peças mais famosas de todo o repertório clássico, que colocam como principal fio condutor da história o embate entre as forças do bem, representada pela Fada Lilás, e do mal, representada por Carabosse.
Porém, quando se fala em contos de fada, é muito comum as pessoas acharem que sempre existe alguma relação com as versões da Disney. No caso da Bela Adormecida, a trilha sonora da versão animada faz sim um belo resumo da obra de Tchaikovsky, mas apesar de a história ser a mesma, cada versão a conta de maneiras diferentes. No ballet, por exemplo, o número de fadas madrinhas é maior em relação à Disney: são 6 na montagem original de Petipa, mas dependendo da versão pode ter até 7 ou 8 fadas.

Entrada e Adágio das Fadas Madrinhas - Prólogo
Coreografia: Rudolf Nureyev
Ópera de Paris, 2000

O Quebra-Nozes
Quando as pessoas lembram de grandes ballets como "O Quebra-Nozes", é natural que todo mundo atribua os créditos da coreografia a Marius Petipa. Porém, no caso dessa peça, as informações são bastante divergentes. Acredito que a teoria mais correta, segundo algumas pesquisas, é que Petipa tenha sido o responsável pela montagem do libreto, isso é, a ordem em que a história é contada no palco, e que a autoria da coreografia é de seu assistente Lev Ivanov. Apesar da música ter sido super elogiada e ter consagrado Tchaikovsky como o maior compositor romântico do século 19, a coreografia não fez tanto sucesso. Isso fez com que nos anos seguintes cada coreógrafo criasse a sua própria versão da obra, tornando-a muito conhecida como um clássico de Natal.

Valsa das Flores - 2º Ato 
Coreografia: Peter Wright
The Royal Ballet, 2009

Don Quixote
Várias foram as montagens que surgiram com base na obra de Cervantes, porém a que mais se popularizou e resiste até os dias de hoje foi a de Petipa, em parceria com o compositor Ludwig Minkus. A peça foi produzida em 4 atos e 8 cenas para sua primeira apresentação no Teatro Bolshoi de Moscou, em 1869 com grande sucesso. Dois anos depois, Petipa remontou a peça para o Ballet Imperial de St. Petersburg em uma versão ampliada com 5 atos e 11 cenas. As montagens atuais utilizam também partes coreografadas por Alexander Gorsky, que inseriu na obra músicas de outros autores, mas que sempre são creditadas a Minkus. É o caso da variação da Rainha das Dríades, composta originalmente por Anton Simon, e também duas variações de Kitri (da cena do Sonho e do Grand Pas de Deux final), ambas compostas por Riccardo Drigo.
O tema espanhol da peça permitiu que a história do fidalgo sonhador se entrelaçasse com o romance de Kitri e Basil, parte que tem maior ênfase na peça, colocando Don Quixote como um personagem secundário. Ainda assim, um dos capítulos mais importantes e conhecidos da obra de Cervantes tem presença marcada no ballet: a cena em que Don Quixote luta contra um moinho de vento, pensando ser um gigante.

Entrada de Kitri - 1º Ato
Com Tatyana Terekhova
The Kirov Ballet, 1988

Paquita
Eis aqui uma outra peça que causa bastante confusão no pessoal... Todo mundo costuma atribuir a autoria da música apenas a Ludwig Minkus, e da coreografia apenas a Petipa. Porém, Paquita é um ballet que tem suas origens no Romantismo, foi estreado em 1846 com coreografia original de Joseph Mazilier e música de Edouard Deldevez. Quando Marius remontou a peça na Russia no ano seguinte, ele adicionou novas coreografias com músicas compostas por Minkus: O Pas de Trois no primeiro ato, e a Mazurca das Crianças e o Grand Pas do Casamento de Paquita no segundo ato.
Só que durante o período revolucionário, era muito mais em conta para o governo russo produzir apresentações de gala do que repertórios completos. Em virtude disso, muitas peças acabaram se perdendo com o tempo, e Paquita, infelizmente, foi uma delas. Desse ballet restou apenas os números adicionais de Petipa/Minkus, que até hoje costumam ser remontados por várias companhias ao redor do mundo.
Graças as profundas pesquisas realizadas por Pierre Lacotte, que foi diretor artístico da Ópera de Paris, a versão original de Mazilier/Deldevez foi totalmente restaurada e unida as adições de Petipa/Minkus, sendo essa a única companhia que monta a versão completa da obra.

Variação de Paquita - 2º Ato
Versão Restaurada por Pierre Lacotte
Ópera de Paris, 2003

La Bayadère
A mística e exótica Índia serviu de inspiração para a criação do libreto de La Bayadère, que leva à cena vários aspectos dessa cultura milenar, muitas delas mostradas na novela "Caminho das Índias", como o Sistema de Castas, os casamentos arranjados, a crença no Fogo Sagrado como entidade espiritual suprema das tradições indianas e na chamada "Roda das Encarnações". A peça foi estreada em 1877 com partitura do compositor Ludwig Minkus, e foi um sucesso estrondoso!
Mas ainda assim, La Bayadère foi um dos muitos alvos da época revolucionária, e por muito tempo o 3º ato original, com a cena do casamento de Gamzatti, a destruição do templo e o reencontro de Solor e Nikiya do outro lado da vida, ficaram completamente perdidos. Por conta disso, muitas produções, como a do Kirov e da Ópera de Paris, terminam na cena do "Reino das Sombras".
Em 1980, a bailarina e coreógrafa Natalia Makarova criou uma nova coreografia para "La Bayadère" que reconstrói as cenas do 3º ato, sendo essa considerada uma das montagens mais importantes da atualidade.

Grand Pas de Deux de Solor e Gamzatti - 1º Ato
Coreografia: Natalia Makarova
The Royal Ballet, 2009

Raymonda
Após o grande sucesso de La Bayadère, Raymonda foi criada com o intuito de mesclar as culturas medieval e oriental. Por isso, decidiram ambientar a peça em meio à 5ª Cruzada, chefiada pelo rei André II da Hungria entre os anos de 1217 à 1221, onde uma mulher fosse amada por dois homens e o choques de culturas pudesse ser explorado ao máximo. Ao som da bela música de Aleksandr Glazunov, o libreto escrito por Lydia Pashkova não possui grandes emoções, e por isso mesmo não foi bem aceito por Petipa de início. Ainda assim, ele teve que trabalhar em cima do projeto original, criando belas sequências coreográficas, sendo uma das mais difíceis a variação de Raymonda do 3º ato.

Variação de Raymonda - 3º Ato
Versão Restaurada por Sergei Vikharev
Teatro Alla Scala, 2011

É claro que esses foram apenas alguns dos trabalhos mais importantes de Petipa, e que até hoje tem presença marcada em diversas companhias o redor do mundo...
Agora sim podemos seguir tranquilamente para o início do século XX, onde na próxima matéria sobre a história do ballet falaremos mais sobre o Ballet Russe de Sergei Dhiaghileff, que causou uma verdadeira revolução no campo das artes em geral, não somente da dança^^

Até a próxima pessoal!!!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Dançar...

Boa Tarde Pessoal!
Era pra eu ter feito essa postagem ontem, afinal foi o Dia Internacional da Dança. Mas estive realmente impossibilitada... Só consegui postar uma mensagem no face do meu celular, que nem da "Era Blue Touch" é, então fico bem limitada...

Mas hoje estou aqui, pra fazer uma homenagem bem especial, a esse dia que foi instituído pela UNESCO em 1982 e foi escolhida a data de 29 de abril por ser o dia de nascimento de Jean-Georges Noverre, criador das cinco posições básicas do ballet.


"Dançar é bonito

 Dançar é especial
 Dançar é legal
 Dançar é muito importante
 Dançar é muito divertido
 Dançar é vida
 Dançar é paixão
 Dançar é tirar o stress
 Dançar é amor
 Dançar é ter ritmo
 Dançar é alegria
 Dançar é brilho no olhar
 Dançar é se expressar
 Dançar é ser livre
 Dançar é sentimento
 Dançar é inspiração
 Dançar é essencial
 Dançar é magia
 Dançar é uma terapia
 Dançar é uma conquista
 Dançar é inexplicável
 Dançar é uma realização
 Dançar é sensacional
 Dançar é a necessidade de realizar um sonho
 Dançar é força de vontade
 Dançar é se superar
 Dançar é tranquilidade
 Dançar é TUDO!"

Autoria: Alunos e Professores do Studio Dança Tamara Lisa

Dançar é você poder mostrar quem realmente é. É muito mais que expressão corporal, é inexplicável!
Dançar é se unir a música e demonstrar sentimentos que as palavras não conseguem explicar.
Seja sozinho ou acompanhado, dançar é sublime, é um dom divino, é especial!
Quando as cortinas se abrem e o espetáculo começa, todos os problemas pessoais saem de cena, por que no palco tudo é magia... Você se torna uma princesa, um soldado, um brinquedo de madeira, uma fada, ou interpreta você mesmo, e tudo fica perfeito! E mesmo quando se erra algum passo, não existe tempo para se lamentar, pois o show tem que continuar...

Dançar é tudo isso e muito mais!

Parabéns a todos vocês, homens e mulheres, que desde os tempos mais remotos, dedicam suas vidas a essa arte chamada "Dança".


Um Grande Beijo a todos!

terça-feira, 17 de abril de 2012

Cia de Dança Tamara Lisa - Vagas Abertas

Bom Dia pessoal!
Eis que estamos aqui com uma excelente notícia!!!
Você tem vontade de fazer parte de uma companhia de dança? Então essa é a sua chance! A Cia de Dança Tamara Lisa está com vagas abertas para novos bailarinos. As inscrições vão até 25 de abril e a seletiva acontecerá no dia 27 de abril às 19:00 no Studio. Não percam esta oportunidade!!!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Cuidados com as Sapatilhas

Essa matéria é mais que obrigatória pra todas as bailarinas (e bailarinos também) que dançam nas pontas.


Enquanto a postagem sobre as obras de Petipa não fica pronta (eu sei, está demorando pra sair... mas estou caprichando!), eis aqui um pequeno "manual" com alguns cuidados que nós, bailarinas clássicas, podemos ter para que nosso instrumento de trabalho tenha uma durabilidade bem maior.

A matéria foi postada originalmente em março de 2010 no blog Ponta Perfeita, e com certeza é de grande utilidade para todas nós!!!


"Alterne os pés das sapatilhas
Todo mundo sabe que sapatilhas de ponta não têm pé direito e esquerdo. Portanto, trocar os pés a cada aula pode dobrar sua vida útil, principalmente quando um pé é mais forte do que outro. Isso só não poderá ser feito se houver uma diferença anatômica muito grande entre o pé direito e o pé esquerdo. Caso contrário, alternar os pés é muitíssimo recomendado.


Controle a umidade
Durante as aulas, os pés suam bastante e a umidade diminui vertiginosamente a durabilidade da sapatilha, pois o material utilizado é bem absorvente. Primeiro, evite utilizá-las sem a meia-calça. Algumas bailarinas fazem isso sem saber que suas sapatilhas correm risco. Após a aula, preencha a caixa da sapatilha com papel toalha. Quando chegar em casa, pendure as sapatilhas em local ventilado. Se você mora em lugar frio, pode deixá-las próxima ao forno ou atrás da geladeira. Algumas bailarinas chegam a colocar as sapatilhas dentro do forno, mas acho que isso é excesso de zelo. Não se esqueça de desfazer as rugas do cetim durante a secagem. A secagem deve durar um dia inteiro dependendo da temperatura ambiente.


Conserve com cuidado
Algumas bailarinas mais desleixadas simplesmente jogam a sapatilha dentro da bolsa e as deixam assim. Após fazer o controle da umidade, dobre o calcanhar e enrole as fitas nele. Isso preserva o formato da sapatilha e das fitas.
Se mantiver as sapatilhas guardadas por um longo período de tempo, tome cuidado para que elas não sejam corroídas por insetos. Sim! Isto acontece! Neste caso, mantenha as sapatilhas em lugar bem frio durante o inverno e bem seco durante o verão. A umidade possibilita o crescimento de fungos e proliferação de insetos.


Faça um rodízio
Se puder, utilize sempre dois pares de sapatilhas em esquema de rodízio. Enquanto realiza o controle de umidade de um par, você utiliza o outro em sala de aula. Alterne as sapatilhas a cada aula e troque após uma hora de uso durante os ensaios. O rodízio das sapatilhas aumenta seu tempo de vida em 50%.


Faça uma costura especial na plataforma
Costurar a plataforma da sapatilha é bastante comum no exterior. No Brasil, são raras as bailarinas que têm esse hábito. Isso porque costurar a plataforma dá um certo trabalho, pois são utilizadas linhas e agulhas mais grossas e também um alicate. Apesar disso, fazer esta costura evita que o cetim rasgue com facilidade e proporciona maior estabilidade, pois a superfície da plataforma da sapatilha sofre um ligeiro aumento."


Bom, espero que tenham gostado...
Grande Bj!!!

E aguardem, pois vem vindo muitas novidades por aí...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Mostra Interna 2012

No dia 02/04 começaram as inscrições para a 3ª Edição da Mostra Interna do Studio Dança Tamara Lisa. Nesse evento nossos alunos tem um espaço aberto para mostrar sua criatividade, sendo também uma excelente oportunidade para divulgar a dança como forma de expressão.
Para participar, é só montar uma coreografia, que pode ser um solo, pas de deux, duo, trio ou grupo, em qualquer estilo:
- Ballet Clássico
- Jazz
- Dança Contemporânea
- Dança de Salão
- Estilo Livre

Escolha um tema, uma música e um nome para sua coreografia, agende um horário na secretaria para os ensaios e crie um figurino (use sua criatividade!).
As inscrições vão até 15 de junho e o valor da taxa é de R$ 20,00.

Atenção: As inscrições podem ser encerradas antes do prazo caso o número máximo de coreografias seja atingido.


As coreografias das categorias Infantil e Juvenil serão montadas pelas professoras da turma e os ensaios serão durante as aulas.

A apresentação está marcada para o dia 08 de julho, às 14:30, no Teatro do CEU Meninos. A entrada é franca!

E então pessoal, mão a obra???

sexta-feira, 23 de março de 2012

Marius Petipa e o nascimento do Ballet Clássico - Parte I

A palavra "Clássico" possui vários significados, e como já foi comentado pelo Maestro Galindo, ela causa muita confusão quando usada para definir alguma coisa relacionada ao campo das artes, seja ela qual for.
De acordo com o Dicionário Michaelis, uma das definições que pode ser atribuída a esse termo é:
"Diz-se da obra ou do autor que é de estilo impecável e constitui modelo digno de imitação". Clássico aqui pode se referir a toda e qualquer obra ou autor que é considerada imortal, e portanto, uma fonte de inspiração para os artistas de hoje.
Porém esse termo também é derivado da palavra "Classicismo", que se refere a um movimento artístico que valoriza a cultura greco-romana. Mas ao contrário da Literatura, o Classicismo na dança vem logo após o Romantismo, durante um período de intrigas entre o Ballet Russo e o Ballet Italiano, que nesse momento disputavam o título de melhor técnica do mundo.
As peças apresentadas nesse período tem como característica principal a presença de sequências coreográficas bastante complicadas, a fim de extrair ao máximo as habilidades técnicas dos bailarinos. Foi nessa época que surgiram os famosos 32 fouettés no 3º Ato de "O Lago dos Cisnes" - de Tchaikovsky, que mais tarde se tornaram populares em outras peças.
Pas de Deux do Cisne Negro - Coda
Versão Coreográfica de Marius Petipa
Com Natalia Makarova e Anthony Dowell
The Royal Ballet, 1980


Pas de Deux do Cisne Negro - Completo
Versão Coreográfica de Vladimir Bourmeister
Com Svetlana Zakharova e Roberto Bolle
Teatro Alla Scala, 2004

Os principais temas abordados nas peças fazem jus a escola literária, onde nas histórias aparecem personagens da realeza, deuses e figuras míticas, tornando os ballets dessa época verdadeiros contos de fada. É desse período também a invenção do tutu clássico, com saias curtas a fim de dar maior liberdade aos movimentos, que podem ou não ter uma armação de arame como sustentação.

Marianela Nuñez como Fada Lilás
A Bela Adormecida (The Royal Ballet, 2006)

E é claro que quando falamos em Ballet Clássico, o primeiro nome que vem a nossa cabeça é do coreógrafo francês Marius Petipa. Como eu já havia comentado no final da matéria sobre o Ballet Romântico, Petipa pretendia apenas uma rápida estada na Rússia, porém acabou se tornando o principal coreógrafo do país e permaneceu lá por toda sua vida. 
Petipa foi o responsável pela remontagem de grandes pérolas do Ballet Romântico na Rússia, e também se destacou na criação de diversas peças, em conjunto com os melhores artistas de sua época. Entre os principais estão os compositores Tchaikovsky, Ludwig Minkus e Aleksandr Glazunov, e também o coreógrafo Lev Ivanov, que veio a se tornar seu assistente.

Na segunda parte desta matéria, falaremos sobre as principais peças criadas por Petipa nesse período tão rico e tão importante da história da dança.

Um grande abraço a todos!!!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Uma homenagem especial...


Mulher...

Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide dua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com sua coragem
Que traz paixão no olhar

Mulher
Que luta pelos seus ideais
Que dá a vida pela sua família

Mulher
Que ama incondicionalmente
Que se arruma, se perfuma
Que vence o cansaço

Mulher
Que chora e que ri
Mulher que sonha...

Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas
Cheias de mistério e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias...


Essa é uma singela homenagem do Studio Dança Tamara Lisa a todas as mulheres, do mundo inteiro, que dedicam suas vidas à arte da Dança. Seja você bailarina clássica, contemporânea, de Jazz, Dança de Salão, Street, Dança do Ventre, famosa ou anônima, desejamos a todas um Feliz Dia Internacional da Mulher!!!

terça-feira, 6 de março de 2012

Ballet no Cinema

Preparem-se pessoal!!! O próximo fim de semana tem cinema especial!!!
E o que vai passar??? Simplesmente um dos ballet mais encenados desde a sua estréia: Giselle!!!!


“Giselle” é um dos mais influentes de todos os balés românticos e também uma das maiores e mais populares obras de balé e do repertório do The Royal Ballet. O papel-título apresenta o poder do amor da mulher face à traição, sendo um dos papéis mais tecnicamente exigentes e emocionalmente desafiadores da dança clássica. Marianela Nuñez é Giselle e Rupert Pennefather interpreta Albrecht. O balé possui dois atos, com coreografia de Marius Petipa, direção de Peter Wright e cenários e figurinos de John Macfarlane, que acentua os contrastes à medida que a história evolui entre o mundo humano e o sobrenatural.

Posso dizer que a versão encenada pela Royal é sensacional!!! E poder ver essa peça no cinema com uma das bailarinas mais requisitadas da atualidade vai ser imperdível *-*

Por isso, anotem na agenda:

Dia 10 de Março (sábado) - às 14:00
Dia 11 de Março (domingo) - às 18:00
Dia 13 de Março (Terça) - às 19:00

A lista dos cinemas participantes você encontra aqui.

Garanta já o seu ingresso e bom espetáculo!!!